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//Créditos






- Postado por: alma castelinana às 09:11:22 AM
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Semente

Armandinho

Composição: Indisponível

Semente, semente, semente
Semente, semente
Se não mente fale a verdade
De que árvore você nasceu?...(2x)

De onde veio
De onde apareceu
Porque que que o meu destino
É tão parecido com o seu...

Eu sou a terra
Você minha Semente
Na chuva a gente se entende
É na chuva que a gente se entende
Oh Semente!...

Semente, Semente, Semente
Semente, Semente
Se não mente fale a verdade
De que árvore você nasceu?...(2x)

Semente eu sei
Tem gente que ainda acredita
E aposta na força da vida
E busca um novo amanhecer
Lá vem o sol
Agora diga que sim
Semente eu sou sua terra
Semente pode entrar em mim...

Semente, Semente, Semente
Semente, Semente
Se nao mente fale a verdade
De que árvore você nasceu?...(2x)

Se conseguir
Aquilo que você quer
E conseguir manter
A nobreza de ser quem tu é
Tenha certeza
Que vai nascer uma planta
Que a flor vai ser de esperança
De amor pro que der e vier
Oh Mulher!...

Semente, Semente, Semente
Semente, Semente
Se nao mente fale a verdade
De que árvore você nasceu?...(2x)

Se conseguir
Aquilo que você quer
E conseguir manter
A nobreza de ser quem tu é
Tenha certeza
Que vai nascer uma planta
Que a flor vai ser de esperança
De amor pro que der e vier
Oh Mulher!...

Semente, Semente, Semente
Semente, Semente
Se nao mente fale a verdade
De que árvore você nasceu?...(4x)

Semente, Semente, Semente
Semente, Semente
Não mente!

 


  pra vc shiva



- Postado por: alma castelinana às 08:59:20 AM
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voa passarinha voa

saia de meus braços e voa passarinha

não olhes para tras conheça tudo e todos que hoje ,

pelas minhas mãos calejadas e andar fraco nao posso

vai la passarinha voa lonje , em disparada , mais não chora

não olha pra traz , vá com um sorriso

vai minha passarinha voa pra longe de mim

por favor  passarinha nao chora

quero vc feliz  ja estou velho passarinha  então va passarinha voa 



- Postado por: alma castelinana às 02:16:38 PM
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DESEJO

Victor Hugo

Desejo, primeiro, que você ame,
e que, amando, também seja amado.
E que se não for, seja breve em esquecer
e esquecendo não guarde mágoa.
Desejo, pois, que não seja assim,
mas se for, saiba ser sem desesperar.

Desejo também que você tenha amigos
que, mesmo maus e inconsequentes,
sejam corajosos e fiéis,
e que pelo menos em um deles
você possa confiar sem duvidar.

E porque a vida é assim,
desejo ainda que você tenha inimigos,
nem muitos, nem poucos,
mas na medida exata para que, algumas vezes,você se interpele a respeito
de suas próprias certezas.
E que, entre eles, haja pelo menos um que seja justo,
para que você não se sinta demasiado seguro.

Desejo, depois, que você seja útil,
mas não insubstituível.
E que nos maus momentos,
quando não restar mais nada,
essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.

Desejo ainda que você seja tolerante,
não com os que erram pouco, porque isso é fácil,
mas com os que erram muito e irremediavelmente,
e que fazendo bom uso dessa tolerância,
você sirva de exemplo aos outros.

Desejo que você, sendo jovem,
não amadureça depressa demais,
e que, sendo maduro, não insista em rejuvenescer,
e que, sendo velho, não se dedique ao desespero.
Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e
é preciso deixar que eles escorram por entre nós.

Desejo por sinal que você seja triste.
não o ano todo, mas apenas um dia.
Mas que nesse dia descubra
que o riso diário é bom,
o riso habitual é insosso
e o riso constante é insano.

Desejo que você descubra,
com a máxima urgëncia,
acima e a despeito de tudo, que existem oprimidos,
injustiçados e infelizes, e que estão à sua volta.

Desejo ainda que você afague um gato,
alimente um cuco e ouça o joão-de-barro
erguer triunfante o seu canto matinal,
porque, assim, você se sentirá bem por nada.

Desejo também que você plante uma semente,
por mais minúscula que seja,
e acompenhe o seu crescimento,
para que você saiba de quantas
muitas vidas é feita uma árvore.
Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro,
porque é preciso ser prático.
E que pelo menos uma vez por ano
coloque um pouco dele
na sua frente e diga "isso é meu",
só para que fique bem claro quem é o dono de quem.

Desejo também que nenhum de seus afetos morra,
por ele e por você,
mas que se morrer, você possa chorar
sem se lamentar, sofrer e sem se culpar.

Desejo por fim que você, sendo um homem,
tenha uma boa mulher,
e que, sendo uma mulher,
tenha um bom homem
e que se amem hoje, amanhã e no dia seguinte,e quando estiverem exaustos e sorridentes,
ainda haja amor para recomeçar.
E se tudo isso acontecer,
não tenho mais a te desejar.

- Postado por: alma castelinana às 05:32:24 PM
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uia  tudo  novo 

vida  nova  e  é  assim  meu  anjo 



- Postado por: alma castelinana às 04:38:39 PM
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http://www.tempoesia1.hpgvip.ig.com.br/midi/metal/System_Of_A_Down/Roulette.mid

- Postado por: alma castelinana às 05:28:24 PM
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Um Tempo

Preciso de um tempo
Pode ser 10 minutos, 1 hora, 1 dia , 1 mês ou até 1 ano
Mas preciso de um tempo.
Pra pensar
Chorar
Sonhar e caminhar
Preciso de um tempo pra mim
Um tempo pra lembrar
e novamente chorar.
Preciso de um tempo.
E se isso te machucar
Me desculpe
Pois esse tempo pode demorar, mas passa
E seja o que acontecer, vai ser melhor assim
Eu preciso de um tempo
Sim, um tempo
Se você não me amar
Não espere.
Mas se isso que diz que sente for verdadeiro, espere, aguente...
E com todas as forças me faça pensar em ti
Mas me deixe pensar
Quero um tempo.
Apenas um tempo.

eu gosto  do  meu  eu

mais esquisito  mesmo 

 

ate  mais  ler  pra  vc´s 



- Postado por: alma castelinana às 06:32:54 PM
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Sinta a minha inferioridade.
E vai se embora a estrela minha.
Vivo infernos na minha triste vida,
Que fica a me alucinar.
O meu podre coração...
O meu podre coração espera a benção daqueles
Que tem o poder de dar a vida.
A minha triste visão...
A minha imensa solidão.
Diz o tempo que tudo chora.
Destino que cisma em apodrecer todos os meus caminhos.
Cisma de fazer doer o peito de todo os meus amigos.
E cisma de dar a graça do amor a todos os meus inimigos.
Tremo ao ver o sangue de minha imensa dor
Que a vida cisma em fazer jorrar.
E no berço da juventude a lástima.
O encanto da dor.
O simbólico medo que fica em meu olhar.
Sinto-me fatigada pela lástima de um sentimento
Que cisma em me atormentar.
Vai se embora estrela minha!
Vai se embora...
Sorriso cisma...
Cisma em mostrar a sua linda falsidade.
O meu pobre coração...
O meu pobre coração em luto.
A minha triste visão num sono profundo.
Vai se embora torturante amor!
No sono do sol, na infância da noite, um anjo chora...
Choram almas em um taciturno enfermo daqueles que aqui estão.
Chora um anjo pelas aves não libertas.


- Postado por: alma castelinana às 06:30:22 PM
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Segundo Poema

Sulamite

Ouço o meu amado.
Ei-lo que chega, correndo montanhas,
saltando sobre as colinas.
O meu amado é semelhante a um veado jovem.
Ei-lo de pé, junto às paredes,
espreitando às janelas, olhando pelas grades.


Ele ergue a voz.

- "Vem, meu amor

Passou o inverno, acabaram-se as chuvas.
As flores afogam a terra.
Eis o tempo das alegres canções.
Cantam as rolas no nosso país,
e as figueiras formam os seus primeiros frutos.
As videiras em flor desprendem-se em aroma.
Vem, meu amor.
Pomba escondida nas fendas dos rochedos,
nos secretos lugares das escarpas-
mostra-me o rosto,
deixa-me ouvir a tua voz.
Porque a tua voz é clara, e admirável
é o teu rosto."

Não tardou, porém que eu encontrasse
aquele a quem ama o meu coração.
Não o deixarei agora, enquanto o não levar
a casa de minha mãe,
à frente daquela que me gerou.

-Suplico-vos, ó raparigas de Jeruzalém,
pelas gazelas, pelas corças dos campos,
não acordeis, não acordeis o meu amor,antes

que ele
o deseje.

Os irmãos de Sulamite

Apanha-nos as raposas, as raposinhas
que destroem as videiras,
porque as nossas videiras estão em flor.

Sulamite

O meu amado é meu e eu sou dele.
Ele apascenta um rebanho entre os lírios.


-Antes que se levante a brisa da manhã
e se rasgue a noite, volta,
corre como um veado sobre as montanhas

da aliança.

De noite, no meu leito,procurei
aquele a quem ama o meu coração,
Levanto-me agora, e vou pela cidade.
Em vão o procurei.
Pelas ruas e pelas praças
buscarei aquele a quem ama o meu coração.
Em vão o procurei.

Acharam-me os guardas que fazem a ronda da

cidade.
- " Vistes porventura aquele a quem ama o meu

coração?"



- Postado por: alma castelinana às 06:29:07 PM
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em mim guardo a potência do báratro,
como sendo caixa útil,
funil,
epicentro.

concentro toda imagem,
presença,
o som que acudisse ao mundo em forma de pombas,
em forma de palavras escritas na humidade das nuvens

e assim tudo vem a mim,
transformando-se,
mudando o nome pelo cristal dos olhos,
pela dura pedra do íris,
tudo faz parte essencial da alquimia
renovando-se
adquirindo cores novas
perspectivas novas,

e finalmente,
trás desaparecer no naufrágio do corpo
regressam à periferia
à água que se espalha pela vertical do mundo


- Postado por: alma castelinana às 06:26:03 PM
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incluso no verão havia coisas de cor insípida,
equidistâncias,
latências do morrer lentamente
prefigurando algum tipo de outono,
algum tipo de pôr-do-sol anunciado

descatalogavam-se as horas
no sufoco de se ver queimadas pelo sol,
aguardadas apenas pela lua grande de ciúmes,
violada,
de perfil confuso

e assim
se passava o tempo
na lembrança da chuva,
mar,
do peixe,
das escamas húmidas,
ou da líquida sensação do ar atravessando
dedos,
os olhos,
a sombra

e à pele concorriam as veias,
o sangue,
a forma hipodérmica do sangue,
e dificilmente a etimologia
fazendo com que a própria pele se tingisse,
azul
do cobalto amanhecendo,
do preto abrindo-se às regiões zenitais do céu,
fazendo apenas com que o espelho do epidérmico
sobrevivesse
na nódoa perpétua dos dias consecutivos
sem noite,
sem lua,
sem acção humana

e assim,
como sendo lúbricas miragens de antiquário,
museu de actos, diário da abordagem,
as noites iam desaparecendo finalmente
na memória do peixe,
na memória do oceano a se dessecar morrente,
a se transformar em borboleta diurna,
capitão,
navio
ou praia dos epílogos,
como apenas restando neles a escuridão do manifesto,
a linha que não se lê,
que nem se diz,
se ouve,
se remete no território ermo do recordo,
como se abondasse para a assombrar a longitude
da morada vazia,
da treva apagada

**

era naquela constatação do verão
onde se reparava na adiada vinda da noite
e nos reflexos lascivos das nuvens a transluzir as linhas de luz de sol,
de luz de mar,
de luz de luz

era naquela constatação ausente,
sem a comparecência da culpa,
sem a constância do delito, da aleivosia,
sem a pressão incisiva da história de pedra
onde o juízo se fazia inútil
e onde a esperança se desfiava sem firmeza, sem a intensidade do ferro,
como se o ferro próprio não fosse suficiente para trair a noite,
como se, com efeito, o ferro não fosse mais ferro
nem sequer a gélida impressão do metal
da linha recta
da aresta
ou como se, ao fim, o ferro jamais fosse âncora,
fronteira, noite,
verão coutado.



- Postado por: alma castelinana às 06:25:01 PM
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Vento nas costas


O vento sopra
e leva aos poucos
um pouco de mim.
Células mortas
dessa pele surrada pelo querer.
Fios velhos
dessa Hering gasta pela estrada.
Tudo vagando longe do chão.
Chão,
que era a única coisa que eu busquei.
Me sento na beira da estrada
e o vento continua me empurrando
adiante.




- Postado por: alma castelinana às 06:23:15 PM
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Não quero discutir nada...

O amor parece pedir fusão e cada um de nós mais espaço.
Nunca fui a favor de brigas nem de longas (e nem sempre positivas)
conversas sobre a relação.
Outro dia folhei um livro que o título era mais-ou-menos assim:

"Não discuta a relação, apenas faça o que for preciso".

Meus olhos giraram 360° numa expressão de "pensando".
Nós fazemos o que a relação pede?
O que fizemos por nossas relações anteriores?
Justificando os passos, explicando porque somos tão justos ou que
erramos querendo acertar, perdemos precioso tempo.
Tempo que poderia ser usado em longas massagens, passeios tomando
"a fresca", produzindo suor à dois, ocupando duas poltronas de cinema,
inspirando a "Dama-da-noite" pelo bairro.
Qualquer que fosse a escolha, se entregues ao momento com total
cumplicidade, isso sim, traria proximidade, geraria afeto.

Outro dia ouvi algo assim:
- Parece que você curte os relacionamentos passados.
- Parece que você curte uma fossa eterna.
- Parece que você sente saudades do que foi.

Acontece que depois que uma relação fica para trás, também
conseguimos olhar pra ela de fora, com mais imparcialidade e sem se
a
nular tanto. É óbvio que assim, todas as relações parecem mais
fáceis, mais leves.
De onde vem essa necessidade de analisarmos tanto as coisas?
Amor, relacionamentos são para serem vividos sob confiança.
Para o pecado de não viver, não existe fiança.




- Postado por: alma castelinana às 06:22:42 PM
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Foi-se a companhia constante

Ficou a saudade incessante

Lembranças e lições permanentes

Gestos espontâneos

Simplicidade inerente

Ah! Doce companhia!

Mesmo em outra cidade ainda se

Conserva minha eterna amiga

Amiga distante

Mas mesmo assim minha

Querida amiga!


- Postado por: alma castelinana às 11:04:52 PM
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Não há tardes perdidas.
Nem atos falhos.
Nem histórias novas.

O que há, de fato, é sua nudez
gloriosa
Que se revela sob meu olhar lúbrico.
Mesmo sem saber sempre lhe vesti com meu desejo.
E só há um ziper perfeito para uma veste assim:
Um ardente beijo.

- Postado por: alma castelinana às 10:58:25 PM
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http://www.mattwertz.com/

 



- Postado por: alma castelinana às 08:56:59 PM
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- bom dia! sr. ventura!
- olá, bom dia!

- como está, sr. ventura?
- tudo bem, obrigado! martinha.

- bom dia! sr. ventura!
- bom diia!

- bom dia! sr. ventura!
- bom dia, marcelo!

- sr. ventura, viva! como está?
- muito bem, obrigado

- ora viva, caro ventura! tudo em ordem?!
- tudo em ordem, andrade!.. tudo em ordem...

- bom dia! sr. ventura!
- bom diiia...


já no décimo quinto andar do edifício da empresa para a qual, durante anos e anos, sempre tentou o seu melhor, numa volta de chave, fechou atrás de si a porta do escritório depois de entrar e, calmamente abriu a janela que dava para a avenida, respirou fundo, sorriu para si e atirou-se no vazio.

 

 



- Postado por: alma castelinana às 08:37:52 PM
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O Meu Cinzento Mundo

Cinzento, só um único tom de cinzento... claro e calmo como todo o cinzento deve ser, escuro e melancólico como cinzento nasceu... é assim a cor do meu mundo...
No meu mundo não há gravidade... não há vento nem chuva... só um nevoeiro que não deixa ver mais do que escassos centímetros... no meu mundo não há movimento... desloco-me nele como se visse um álbum de fotografias, sou transportado de foto em foto, de sensação em sensação, no meu mundo não há pessoas, só muitos eus, "eus" feitos de "tus" que acabam por completar um eu que muitas vezes não sabe quem é...

No meu mundo as memórias não passam de futuro... e o futuro não passa de uma memória, de um sonho mal sonhado.

No meu mundo só entra quem quer entrar, só entra quem conseguir entrar, só entra quem eu deixo entrar...

Eu não entro no meu mundo. Tenho medo!!!



- Postado por: alma castelinana às 08:34:39 PM
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As vezes proponho-me a mim mesmo, no meio de longas conversas de angustia e depressão que eu tenho com a minha consciência, escrever textos que tenham o brilho de um sorriso, que tenham o calor de um abraço¿ Aquele texto que nos dê a sensação de uma festa que a nossa mãe nos dava quando nos magoávamos na brincadeira

Acho que a inspiração teria de surgir do meu tempo de menino, quando corria atrás de bichos-de-conta¿ e fazia estradas para as formigas¿ tive a oportunidade de passar a minha infância numa vivenda, mesmo que nos arredores da grande metrópole, Lisboa, mesmo assim tinha acesso aqueles momentos lindos que me marcaram na infância e nunca os vou apagar da memoria, como o cheiro a terra, o cheira da erva molhada quando chovia as ameixoeiras em flor¿ e as brincadeiras que daí advinham, como roubar figos, brincar à agricultura, subir arvores¿

Agora que penso, lembro-me de tantas brincadeiras que eram feitas na companhia da solidão, acho que devo ao facto de ser filho único a minha criatividade, aprender a brincar sozinho, fazer o bom e o mau, jogar para uma equipa vencer e outra perder¿ isso molda a personalidade de uma pessoa¿ cria sonhos, cria carências¿

Mas é no tempo de menino, que mais sonhamos, que mais ingénuos somos, que mais nos rimos, rimos de bem-estar, de um abraço dos pais, de um arroz-doce da avó, de um chupa-chupa do senhor do café, dos desenhos animados¿ Aqueles que todos acordavam bem cedo para os ir ver¿ quem não se lembrar de ficar à espera que a televisão começasse a emitir para ver os desenhos animados, com aquele fundo preto com umas listas coloridas à frente¿ depois tocava a musica da SIC que sabia de cor, e começava uma autentica maratona de boa disposição e grandes lições para a vida¿ Ao falar de séries televisivas e da minha meninice lembro-me da rua sésamo, o tanto que eu tenho a agradecer ao conde de contar¿ de longe o meu preferido¿ e as musicas como a ¿eu gosto de sopa...¿

Ter sido uma criança, foi das melhores coisas que me aconteceu na vida.

Assim pinto um quadro com cheiro a caramelo, e tons de um amarelo forte, igual ao sol que brilha lá fora, no pátio onde eu fui astronauta e mosqueteiro do rei, onde tudo era possível, e o bem vencia sempre.


- Postado por: alma castelinana às 08:34:11 PM
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Nx Zero - Razões e Emoções
Nx Zero
Dizer, o que eu posso dizer 
Se estou cantando agora pra você ouvir com outra
pessoa 
É que às vezes acho que não sou o melhor pra você 
Mas às vezes acho que poderíamos ser 
O melhor pra nós dois 
Só quero que saiba 
Entre razões e emoções a saída 
É fazer valer a pena 
Se não agora depois, não importa 
Por você posso esperar 
Sentir, o que posso sentir 
Se em um segundo tudo acabar não vou ter como fugir 
É que às vezes acho que não sou o melhor pra você 
Mas às vezes acho que poderíamos ser 
O melhor pra nós dois 
Só quero que saiba 
Entre razões e emoções a saída
É fazer valer a pena 
Se não agora depois não importa 
Por você posso esperar, posso esperar... 
Entre razões e emoções a saída
É fazer valer a pena 
Se não agora depois não importa 
Por você posso esperar 
Entre razões e emoções a saída
É fazer valer a pena 
Se não agora depois não importa 
Por você posso esperar, posso esperar 
Posso esperar, posso esperar...


(fonte: site oficial)


- Postado por: alma castelinana às 08:31:49 PM
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: Nao se mostre desiludido da vida, nao tire o sorriso do seu rosto e mostre muita segurança, pois toda mulher aprecia isso em um homem (Auto-confiança eh o segredo!).

- Postado por: alma castelinana às 08:29:29 PM
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Toc, toc...

Alma: Quem é?

Policial: Abre a porta que é da polícia!

Alma: Polícia? *Abrindo a porta com cautela e olhando timidamente para fora.*

Policial: *Arrombando a porta com um pontapé* Não resista, não resista! Recebemos uma denuncia de que o template deste blog é ilegal e contém cenas explicitas de sexo e violência, viemos apreende-lo!

Alma: Mas, mas, mas...

Policial: Nada de mais nem menos, aqui está o mandado de busca e apreensão. Vamos pegar o bagulho e te autuar. Vamos rapazes, peguem o template e sem demora! Ainda quero tomar uma coca-cola bem gelada hoje.

Alma: Mas isso é um absurdo! Você arromba minha porta, grita comigo e ainda quer levar a força o meu template? E o que é mais estranho: Seu bigode está caindo!

Policial: Cof,cof. *arrumando o bigode* Detalhes, detalhes...

Alma:Sei não, há algo de podre no reino da Dinamarca...

Policial: Aháááá! Aqui não é a Dinamarca, estamos no Brasil! O senhor está evidentemente sob efeito de estimulantes ilícitos! Prendam ele rapazes!

Os outros: Sim senhora! Sim senhora!

Alma: Senhora!? Por que eles te chamam de senhora?

Policial:*suando frio* Ve... ve... vejam só rapazes! Ele está dizendo que vocês me trataram como uma senhorita! Falta só dizer que meu bigode é falso e que eu falo como uma lady... Tome tento homem! O senhor já está trocando as bolas!

Alma: Não senhor, estou lúcido e são! E, já que tocou no assunto, tens mesmo uma voz de mulher, e digo mais, uma voz muito familiar! E quanto ao bigode, não só ele voltou a cair como seu cabelo está pendendo para a esquerda!

Policial: *Petrificado* E.. e...eu...

Alma: VOCÊ NÃO É POLICIAL COISA NENHUMA!

Policial: Sujou rapazes! Peguem o template e deêm o fora daqui

Alma:*Pega o policial pelo colarinho e o chacoalha* Quem é você, me diga! E o que você veio fazer no meu blog?

Policial:*Cai a barba, o bigode e a peruca* Voltem homens e resgatem a sua líder!

Os outros: Sai dessa, está pensando que somos um bando de idiotas? Você nos pagou muito mal! Disse que ia nos dar um pacotão de biscoito e no fim nos deu um monte de bolacha água e sal!

Policial: Voltem aqui seus desgraçados, seus energumenos! Filhos de chocadeira! *¨&%¨%$!

Alma:*Continuando a chacoalhar* Fica quieta! Vou te levar para um policial (de verdade)! Tua voz me é familiar... De onde mesmo eu a conheço?

Mulher estranha: Solte-me! Solte-me! Soltemeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee*gritando escandalosamente*

Alma: *Olhar reflexivo* Hum... És tu Shiva?

Shiva: Oh no! Caracas, fui descoberta! *Joga uma bombinha de fumaça no chão* Hasta la vista baby! Saibas que um dia eu voltarei e tomarei o teu template para mim! EU VOLTAREI! huahuahuahuahuahuahuahuahua

A fumaça se dissipa...

Alma: *Atonito segurando o colarinho* O que foi isso?

Shiva: *Uma voz longinqua e aterrorizante* Eu voltarei...ei...ei... huahuahuahuahhuahuahua (riso maníaco)

 



- Postado por: alma castelinana às 03:23:40 PM
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